10 anos da Lei de Cotas: resultados e desafios para a educação do Brasil
Enviada em 03/07/2023
Ao surgir a lei de cotas há cerca de 10 anos, gerou bastante polêmicas entre as pessoas. Reservar vagas proporcionais nos ensinos supeiores públicas conforme raças realmente trará a igualdade de oportunidade ao povo em geral de maneira mais justa? Será que a introdução da lei de cotas ajuda a inserir um povo menos favorável na sociedade e desenvolver a socieade de maneira correta?
De acordo com um relatório realizado pela APBN e DPU, 19,4% das vagas que deverias ter sido destidadas às contas raciais em universidades federais durante o período de 2013 a 2019 não foram.O pior é que dentre as 69 instituições do país,4 universidades não responderam à pesquisa ao respeito da execução da lei de cotas e apenas 47 instituições possuem comissões de heteroidentificação, aquele grupo que avaliam os dados pelos candidatos e evitam fraudes.Após 10 anos de execução da lei de cotas, nós sabemos que essa lei não foi bem executada como dever na realidade.
A prova é uma das mais justa ferramenta para avaliar o conhecimento e o esforço de um vestibulando que visa entrar em universidade pública, já que quem tirou melhores notas nas provas ingressam nas universidades, independente das raças, renda familiar, ou qualquer outro fator. A regra é bem simples. Podemos até dizer que a gente pode mudar a nossa vida completamente só pelas provas, diferente do mundo depois que começar a trabalhar na sociedade. Além de complicar o processo, a lei de cotas mostrou várias falhas na prática.
A lei de cotas tem algo em comum com a lei que determina a meta de número de políticos femininos no governo. Não adianta ter número X de políticos femininos incapaz, só porque a metade da população é mulher. Em vez de determinar a cota de acordo com raça ou outros fatores, que tal fundar vários escolas de reforço onde os professores bem qualificados oferecem aulas de primeira linha gratuitamente para aqueles alunos que não têm condições financeiras. Assim, é justo para todo mundo , já que o que importa no vestibular é apenas a melhor nota. Não existe mais jeitinho de entrar pela cota declarando sua raça falsa ou suspeitosa.