27 anos da Constituição Cidadã: a importância da democracia para o desenvolvimento da nação

Enviada em 09/12/2020

Sob a perspectiva do filósofo grego Aristóteles, o Estado exigia que, em nome da justiça, todos fossem tratados com igualdade independente do seu segmento social. Nesse sentido, a Constituição de 1988 simboliza a concretização da garantia de direitos sociais, econômicos e políticos, representando o avanço democrático da nação. Em contrapartida, tal mecanismo social não foi adotado por todos os membros governamentais do mundo, uma vez que ações antidemocráticas, a exemplo, de violência e criminalidade são ocorrências constantes nesses locais da sociedade.

Em princípio, cabe analisar o papel da Constituição Federal na promulgação de atos democráticos na concepção da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Segundo a garantia de direitos universais, “a essência dos Direitos Humanos e ter direitos”. Nesse panorama, a Constituição de 1988 põem em vigor as posturas igualitárias entre a população, tal como os direitos trabalhistas que fortifica a estrutura social de direitos. Desse modo, o avanço da sociedade atual foi pertinente também no governo provisório de Getúlio Vargas, na qual a garantia do voto feminino, secreto e obrigatório são marcas democráticas que perpetuaram a sociedade durante todo seu governo. Posto isso, é evidente que as atitudes igualitárias expressam o desenvolvimento da nação.

Ademais, a democracia não representa o fundamento social de alguns governos atuantes do mundo, isto é, Oriente Médio e Coreia do Norte, sendo territórios com mais expressões de democracias imperfeitas. De acordo o filme “democracia em vertigem”, os comportamentos antidemocráticos são efetivados pela sequência de grupos políticos despreocupados com o bem-estar social da população. Logo, a persistência de atos violentos que expressam atuações antissociais é resultada de mandatos que não pautam suas ideias coletivas através da Constituição Cidadã, na qual o emblema é a garantia de direitos fundamentais. Dessa forma, fica claro, que países sem consciência democrática constrói uma sociedade sem amparo de direitos.

Portanto, é evidente que uma intervenção faz- se necessária na resolução de posturas antidemocráticas de alguns governos. Para tanto, é preciso que as mídias sociais, em parceria com movimentos sociais atenuantes da democracia, efetivem por meio de plataformas digitais e posts a realidade social de indivíduos sem direitos igualitárias, além de realizem manifestações pacíficas que promovam na comunidade o debate social simbolizando a busca de igualdade, respeito perante toda sociedade do mundo, com intuito dos países que não adotaram a democracia terem consciência humanitária e desenvolverem ideias e atos democraticos que abrangem toda a população. Dessa forma, a Constituição de 1988 representará o avanço democrático e social em todo mundo.