27 anos da Constituição Cidadã: a importância da democracia para o desenvolvimento da nação
Enviada em 08/10/2021
Em âmbito nacional, muitas perspectivas paradoxais têm sido defendidas acerca da relevância do desenvolvimento. Nesse viés, enquanto o senso comum se limita a apontar responsáveis e exigir mudanças, teóricos das ciências sociais atestam a necessidade de posturas coesas e socialmente mais engajadas com o desenvolvimento do país. De fato, é preciso enfatizar que o crescimento estático está ligado a dois fatores elementares: sua imensa extensão territorial e a má gestão de seus recursos.
De início, faz-se imprescindível avaliar práticas e ideologias em torno da maneira em que o Brasil vem sendo regido e seus impactos sobre o seu desenvolvimento. Nessa direção, desde a República Velha, início da consolidação política do país, já se notava a constância de políticas ineficazes que retardam o desenvolvimento nacional, nesse sentido, diante de uma população com um vasto histórico de gestões ruins, deve-se admitir a superficialidade e a pouca eficiência de iniciativas, como peças publicitárias e informativas que, apesar de relevantes, não conseguem incitar posturas contra a má administração dos recursos do país. Por certo, cabe exaltar que os brasileiros compartilham de um sentimento de impotência, pois se veem incapazes de protagonizar mudanças efetivas, contribuindo assim para o atual estado da nação.
Além disso, diante da necessidade de se desenvolver economicamente, socialmente e politicamente o Brasil, mais do que conceber teorias, é preciso efetivar medidas concisas, enfáticas e pontuais. Nesse prisma, em consonância com a atuação do Poder Executivo, faz-se necessário instituir estratégias capazes de atrelar todos os segmentos da sociedade à uma rede de atuação a favor de políticas que visem o desenvolvimento e da adequada fiscalização da gestão de seus recursos. Sem dúvida, pode-se asseverar que sem apoio popular e respaldo político, não será possível atingir efetivamente o estado estático que o Brasil se encontra.
Em suma, considerando a abrangência dessa discussão, torna-se imperativa a interação de múltiplos agentes. Portanto, através de novas políticas afirmativas, com projetos e verbas satisfatórias, o Poder executivo deve instituir amparo público e assistência institucional nas áreas da educação, saúde e pesquisas, como forma de prover condutas extensivamente comprometidas com o desenvolvimento nacional. Ademais, os meios de comunicação em massa, através de marketing social e informes publicitários, devem democratizar o acesso a informações e dados apurados para instigar maior lucidez no crescimento do país.