27 anos da Constituição Cidadã: a importância da democracia para o desenvolvimento da nação

Enviada em 17/11/2021

importância da democracia para o desenvolvimento da nação

Segundo o existencialismo, doutrina filosófica que surgiu na França no século XX, a liberdade de escolha se reflete nas condições de existência do ser. Portanto, cabe às pessoas serem responsáveis ​​por suas atitudes. Porém, no Brasil, no século 21, isso é apenas uma teoria porque a democracia não é usada para o desenvolvimento da sociedade - o que explica a falta de Políticas Públicas para manter o bem-estar social.

Sem dúvida, existe uma lei governamental no Brasil para garantir aos cidadãos uma sociedade digna. Podemos citar, por exemplo, a Constituição Federal em vigor no país, que tem por objetivo - entre outros direitos - garantir uma vida justa e coerente a todos os cidadãos, independentemente de sua natureza. Isso de certa forma mostra que o Estado já pretende contemplar as ideologias do existencialismo.

Essa lei específica, porém, não é suficiente para mitigar o uso negativo da democracia na sociedade brasileira, por causa da corrupção - que, além de fazer falsas promessas, pode comprometer planos futuros - o que se observa na maioria das comunidades por estratos do nação, especialmente durante as eleições, é a compra e venda de votos., motivada principalmente pela alienação e falta de oportunidades. Assim, podemos perceber as consequências da fragilidade da educação oferecida à maioria da sociedade, que não prepara os indivíduos para a busca da cidadania. A verdade é que enquanto o Estado não basear a educação em princípios existencialistas, não será possível mitigar o uso negativo da democracia, afinal “o homem está condenado à liberdade, porque depois de ser lançado a este mundo passa a ser responsável por ela. tudo o que ele faz “- diz o filósofo existencialista francês Jean-Paul Sartre.

Verifica-se, portanto, a necessidade de investimento na educação básica - o que já está garantido pela Lei de Diretrizes e Fundamentos nº 9.394 / 96. Portanto, é provável que o Estado, por meio do Ministério da Educação, esteja considerando não apenas elementos curriculares de formação cívica e ética, mas também projetos interdisciplinares - implantados em escolas e comunidades - que contextualizem temas sobre democracia e sua transcendência, mas também - em cooperação com Escolas - desenvolve palestras comunitárias e campanhas publicitárias para mostrar a democracia e seu impasse, moldando indivíduos com cidadania e, assim, mitigando o uso indevido da democracia no Brasil. Se isso acontecer, a maior parte da nação gozará dos princípios defendidos pelo existencialismo.