30 anos da Constituição Cidadã: avanços e retrocessos
Enviada em 08/06/2020
Antes dos anos de 1980, muitas crianças tinham que deixar de estudar e ir trabalhar para ajudar financeiramente sua família. Por isso foi criada a Constituição Cidadã, que foi promulgada em 1988, seus princípios fundamentais são: soberania; cidadania; dignidade; valores sociais e livre iniciativa; pluralismo político. Com o objetivo de: construção de uma sociedade livre, justa e solidária; garantia do desenvolvimento social; a erradicação da pobreza; redução das desigualdades sociais e regionais e o fim dos preconceitos.
No momento de hoje as coisas não é devidamente correta como a Constituição Cidadã, o governo investe desarmoniosamente nas escolas públicas. Atualmente, faltam muitos profissionais na área da educação, diferentemente das escolas privadas, que tem uma ótima qualidade educação escolar. Por causa disso, há uma grande desigualdade, quando forem prestar vestibular para alguma faculdade, uns saberão o suficiente e outros não.
Além disso, segundo as organização irlandesa Concern Worldwide e pelo Instituto Internacional de Investigação sobre Políticas Alimentares (IFPRI, sigla em inglês), o Brasil está em trigésimo primeiro lugar entre cento e dezenove países em relação a subnutrição. As regiões com maiores índices de subnutrição são Norte e Nordeste, pois eles quase não têm oportunidades de emprego, não têm uma boa qualidade educação. Com isso, bastante famílias na maioria das vezes não têm condições de dar alimento aos seus filhos.
Diante dos aspectos apresentados, a presidência deveria colocar Constituição Cidadã em vigor, visando em melhorar a educação: aumentar a verba, para que contratassem mais profissionais; haver mais projetos, que estimulassem mais o aluno. Já no Norte e no Nordeste, o governo deveria apurar a educação (da mesma maneira dita anteriormente) e aniquilar a fome, oferecendo empregos para as famílias.