30 anos da Constituição Cidadã: avanços e retrocessos

Enviada em 03/06/2020

Em meados do séc. XX, foi inserida no Brasil a Constituição de oitenta e oito, a qual garantia os direitos dos cidadãos. Desde então, tal constituição garante diversos deveres aos brasileiros, os quais impactam a modelo de vida de forma positiva que, no passado, não possuíam. Porém, ainda que esse auxílio obrigatório seja presente e faça muito em favor do indivíduo, ele ainda, infelizmente, apresenta sérios erros comprometedores, além de ser inacabado.

A priori, após o fim da ditadura em sessenta e quatro, o indivíduo brasileiro passou a ter  a garantia dos seus direitos no final dos anos oitenta que, uma vez garantida, a forma de vida foi atingida positivamente em diversas área, tais como: o fortalecimento do poder judiciário, aumento da expectativa de vida, diminuição, queda de pessoa desnutridas, etc…Assim, dessa forma, o modo de vida de cada um , de uma forma geral, obteve-se uma melhora. Prova disso são dados publicados na revista Contábil, a qual relatou que a aposentadoria obteve um reajuste de

Todavia, mesmo que a “Constituição Cidadã” foi escrita para atender positivamente o seu povo, ela ainda encontra-se incompleta, além de conter avanços negativos, como o crescimento exponencial das dívidas públicas  e sérios impactos na economia. Prova disso são dados publicados pela OUL, o qual relatou o crescimento do dólar em doze por cento em dois mil e vinte e, consequentemente, afetou a economia e o comércio, ilustrando que as controversas da Magna-Carta são graves e até permanentes.

Apesar de tal lei ser a favor das pessoas, suas falhas podem se tornar grandes barreiras. Por isso, cabe a Assembléia Constituinte impor melhorias aos direitos já existentes, os quais operam a favor do cidadão, como o aprimoramento do saneamento básico, diminuição da taxa de importação e mais oportunidades de emprego, a fim de que caia o índice das falha comprometedoras da Magna Carta e dessa maneira, ela será ainda mais “cidadã”.