30 anos da Constituição Cidadã: avanços e retrocessos

Enviada em 05/06/2020

A constituição de 1988 foi um dos grandes passos da redemocratização, que mesmo considerada incompleta, mostrou-se durante anos a melhoria do Brasil. No entanto, ela com suas leis trouxeram ao Brasil mais atribuições econômicas que sua simples existência não garantiu a organização da sociedade. Nesse sentido, a constituição cidadã é um revigoramento que sobrepõe de interesses individuais e ocasiona a insuficiência das leis.

Em primeiro plano, é preciso atentar que os interesses individuais se sobressaíram. A máxima de Albert Camus de que “A política é constituída por homens sem ideais e sem grandeza” cabe perfeitamente. Dessa forma, se a constituição em um lado trouxe vários benefícios a população do Brasil, por outro muitos ainda criticam pela assistência ao estado. Além disso, a constituição cidadã encontra terra fértil no individualismo. Na obra “Modernidade Líquida”, Zygmut Bauman defende que a pós-modernidade é fortemente influenciada pelo individualismo. Nesse sentido, a insuficiência das leis se dá pela forte pressão sobre o estado que muitas vezes não governa com total lealdade a constituição de 1988.

Conclui-se que o Ministério Da Educação em parceria com o poder judiciário, trabalhem juntos. E que por meio de trabalhos educativos em escolas, mostrem o conhecimento á cidadania as crianças desde cedo, afinal, os adultos são uma base de espelho para elas. Para que assim, os interesses individuais sejam parados e o poder jurídico possa elaborar questões para que o forte poder estado diminua, fazendo de tal forma uma mudança no País.