30 anos da Constituição Cidadã: avanços e retrocessos

Enviada em 08/06/2020

Democracia em vertigem.

Aristóteles,filósofo grego,disse em uma de suas citações “A democracia surgiu quando,devido ao fato de que todos são iguais em certo sentido”.Haja vista,a constituição brasileira de 1988,teve por objetivo proporcionar uma homogeneidade legislativa entre as classes sociais,por intervenção estatal.No entanto,as leis constituintes em alguns casos não saem do papel e são colocadas em prática,por exemplo os problemas ambientais e democráticos que apenas se agravam.

A priori, a democracia está em risco por conta da acensão de líderes no poder político, cujo os quais “flertam” com a ideia de um regime totalitário.Para ilustra tal situação,no livro “como as democracias morrem”, os autores corroboram com a premissa da tomada do poder não por tanques de guerra nas ruas,mas sim por uma silenciosa apropriação dos poderes públicos.Bem como, frequentemente, nos meios de comunicações,pessoas responsáveis pela gestão pública,estão se posicionando a favor do cerceamento da liberdade de expressão e volta a ditadura militar.

Ademais,a floresta amazônica ainda é alvo de queimadas criminosas.Não apenas,segundo dados do INPE o mês de julho de 2019 em relação ao mesmo período em 2018,houve-se um aumento de 278% no número de incêndios.Segundo o jornal BBC, os focos de desmatamento foram provocados por produtores rurais, nomeadas pelos infratores de “Dia do fogo”.Nesse contexto,podemos dizer que a intervenção do estado para proteger o patrimônio natural vem sendo falha.

Portando,para que o exercício da lei esteja no nosso cotidiano,precisamos de líderes mais compromissados com progresso da nação.Dessa maneira,teremos uma sociedade amparada em um ideal aristotélico,onde todos somos iguais perante as leis e devemos ser jugados de mesma forma,sem que ninguém sobreponha os seus interesses acimas dos outros,desse modo teremos uma sociedade mais justa e igualitária.