30 anos da Constituição Cidadã: avanços e retrocessos
Enviada em 28/08/2020
A Constituição de 1988 afirma que alimentação, saúde, segurança, moradia, educação, trabalho, transporte, previdência social, entre outros, são direitos sociais, declarados no 6° artigo da Constituição. Todavia, quando paramos para analisar nossa sociedade, notamos que esses “direitos” estão sendo deixados de lado cada vez mais, principalmente educação e saúde, sendo eles a base de uma comunidade. Tanto a população quanto a mídia tem tentado conseguir uma resposta concreta do por que deles estarem sendo ignorados pelo próprio governo.
Para um país que possui a 4° posição em extensão territorial, com um total aproximado de 210 milhões de pessoas, cerca de 23,8 habitantes por quilometro quadrado, cerca de 5,1 mil casas (afirma o IBGE em uma nota emitida em 2020, noticiada pelo G1) em situação de precaridade, não tendo acesso a saneamento básico ou à um tratamento descente em um hospital, pois estão localizadas em áreas de favelas ou em territórios de difícil acesso, com irregularidades no terreno.
Grupos e a mídia tentam mostrar a vida dessas pessoas, para tentar conscientizar sobre o que elas passam, além de levar ah público os abusos que políticos praticam, desviando o dinheiro que iria para escolas, hospitais, orfanatos, instituições, para a construção civil, e utilizando dele para viver vidas regradas de luxo e coisas banais, para depois informar que não tem como mandar verba para essas coisas, pois faltou dinheiro.
Assim se nota que mesmo que seja pregado que o Brasil possui esses direitos marcados em nossa Constituição, onde todos devem ter acesso a eles, não é feito nada para garantir essa necessidade que muitos tem. Precisaríamos primeiro focar em investir no principal, que seria educação, saúde e segurança, utilizando de algum tipo de organização que fiscalizaria a entrada e saída dos investimentos, para depois pensarmos em melhorar infraestruturas e construir novos prédios.