30 anos da Constituição Cidadã: avanços e retrocessos
Enviada em 28/08/2020
A consequência de 21 anos de ditadura militar foi uma nova constituição, que fazia o povo brasileiro esperançar-se por viver em uma democracia. A chamada “Constituição Cidadã” assegurava o direito à saúde, educação, segurança e saneamento básico, bem como direitos trabalhistas e ao voto para analfabetos e menores entre 16 e 18 anos. E após 30 anos do brasileiro andar junto á constituição, deve-se notar mudanças ocorridas durante o tempo.
Primeiramente, a expectativa de vida tem aumentado, diminuindo a taxa de analfabetismo e de desnutrição, apesar do Sistema de Avaliação de Educação Básica (SAEB), apenas 4,5% dos estudantes do terceiro ano do Ensino Médio alcançam níveis considerados básicos de aprendizagem. É notória a necessidade da melhora na educação, principalmente, pública, para que se aja uma educação igualitária, tanto em rede privada, quanto em publica.
De acordo com a Pesquisa da Desigualdade Mundial de 2018, 30% da renda do país está nas mãos de 1% dos habitantes. Tais dados nos mostram que, apesar da melhora em trinta anos, a discrepância social ainda esta muito iminente em nosso cotidiano, refletindo nosso desigual cotidiano para grande parte da população que vive à mercê de uma vida precária, com altos índices de criminalidade e ausência de assistência médica e escolar de qualidade.
Então, podemos concluir que, apesar da grande melhora, temos que tomar algumas importantes medidas para que aja uma total melhora na qualidade de vida da população. O ministério da educação deve investir na educação básica, importando-se com a infraestrutura escolar e contratando professores capacitados para o cargo, além de fornecer alguns cursos profissionalizantes para que o aluno saia pronto para o mercado de trabalho, o que possibilitará uma maior garantia de renda, dessa forma, a desigualdade e falta de oportunidades tenderá a cair. Assim buscando uma total democracia e equidade social.