30 anos da Constituição Cidadã: avanços e retrocessos
Enviada em 08/11/2022
A sociedade brasileira, embora seja um exemplo em inúmeros setores sociais, ainda é precária no que tange aos avanços e retrocessos da Constituição Cidadã. Sob esse prisma, a alienação e a ineficiência participativa tornaram-se fatores alarmantes - potencializados não só pela corrupção crescente no país, como também pelo desinteresse da atual população em seu alfabetismo, tendo em vista o quão difícil isso era no passado para certas classes e raças.
Primeiramente, vale ressaltar os esquemas de corrupção no Governo brasileiro como impulsionador do impasse, já que as lavagens de dinheiro feitas no séc. XXI refletem significativamente no que podia ser destinado para a nação . De acordo com Karl Marx, pensandor alemão, os indivíduos devem ser analisados de acordo com o contexto de suas situações sociais, visto que produzem suas existências em grupo a partir da alienação. Nessa ótica, entende-se que a padronização de questões, como os avanços e retrocessos da Constituição, tornou-se um fato prejudicial e perigoso para a sociedade, em virtude dessa incapacidade de exercer um juízo sólido e, também, por promover a naturalidade do entrave.
Ademais, vê-se que por mais que a educação seja um direito garantido a todos, o analfabestimo no Brasil ainda segue forte. De acordo com a teoria da tábula rasa de John Locke: “o ser humano é como uma tela em branco, preenchida por experiências e influências”. Com base nisso, constata-se que, ao presenciar a regressão da Constituição, o indivíduo, inserido em um ambiente que negligencia e não combate a problemática tende a ser influenciado pelo meio, de pessoas sem conhecimentos básicos de suma importância - mantendo um comportamento indesejável.
Portanto, para que os retrocessos da Constituição sejam mitigados, é necessária uma intervenção por parte do Governo. Isso pode ser feito por meio de reformas nas leis e uma avaliação social para averiguar as causas do ainda existente analfabestimo no país.. Paralelamente, cabe ao Estado - responsável pelo bem-estar de seu povo - criar campanhas que mostrem a esses cidadãos que eles podem ir a escola, independente de quantos anos eles tenham. Para que, por fim, todos esses recursos alcancem o conforto de toda cidadania.