30 anos do massacre de Carandiru: o combate à violência no sistema prisional brasileiro
Enviada em 02/04/2023
Segundo a Carta Magna, todos são iguais perante à lei. Todavia, na realidade brasileira, observa-se grande desigualdade e decadência no sistema carcerário brasileiro, o que representa oposição à constituição. Com tudo, ainda existe grande negligência da parte funcionários e descaso dos orgãos públicos responsáveis pelo bem estar dos detentos.
Antes de mais nada, é valido lembrar que em dezembro de 2012 foi feita uma pesquisa que mostra superlotações em celas, de acordo com o site do EBC “o Brasil contava, no final de 2011, com uma população carcerária de 471.254 mil presos. Já a estrutura penitenciária tinha a capacidade para receber 295.413 presos, ou seja, um déficit de 175.841 vagas.” A partir disso é necessário que haja inspeções de rotina, realocamento dos mesmos e campanhas para que novos presídios sejam construídos.
Por outro lado, é importante também existir um sistema de vigilância rigoroso na escolha de funcionários, de acordo com o g1 “policial penal é preso suspeito de tentar entrar com drogas em presídio de Campos”, infelizmente esse tipo de situação ainda permance, sendo necessário que haja fiscalizção e conscequências mais severas para este tipo de situação recorrente.
Por tanto, é necessário que haja conscientização sobre tais circustâncias e situações de defazagem que esses indivíduos vivem. Pois como diria o poeta “Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.Fernando Teixeira de Andrade.”