30 anos do massacre de Carandiru: o combate à violência no sistema prisional brasileiro
Enviada em 05/04/2023
No ano de 2020, com a chegada da COVID-19, o Brasil passou por uma série de conflítos internos nos presídios. A chegada da doença resultou em muitas mortes já que diversos presídiarios possuiam enfermidades pulmonares. Nesse sentido, tal panorama promoveu a ampliação de mais doenças por conta da super lotação ou a falta de cumprimento das constituições. em contra partida, nota-se que essa realidade impôs doenças pscossomáticas em familiares e nos próprios encarcerados. Desse modo, torna-se preemente analisar os principais impactos dessa problemática: a desumanização e a falta de participação governamental nesses locais.
É vigente que os sistemas peritenciários são em sua maioria construções mais antigas e sem reforma há anos, ou seja, foram construídos para um determiado número de pessoas. Com o aumento da criminalidade e a falta de segurança nos estados, a necessidade de alocar mais pessoas retidas nas peritenciárias foi grande, consequentemente a quantidade de prisioneiros almentou. Tornando cotidianeamente casos de doenças graves, recorrencia de estrupos e guerras entre facções rivais. É notório que há uma carência dos direitos humanos nesses locais, como consta nas constituições e leis elaboradas especialmente para esse tipo de localidade, tendo falta da ética e moralidade essenciais para uma nova socialização.
Em consequência disso, nota-se uma falta de participação do governo nos presídios. Com uma má administração do capital investido em novas penitênciárias, a violência é constantes nos espaços, com mortes dos próprios encarcerados, ou dos proficionais atuantes na área. O capital investido não confere com a quantidade e a qualidade de vida das pessoas nesses lugares, o que resulta em diversos conflitos entre fámilias e os defensores dos direitos humanos.
Diante do exposto, a exigência de novas políticas públicas é essencial para a resolução dos conflitos. O governo precisa ser mais atuante nesses espaços, disponibilizando mais verbas para uma melhor qualidade de vida, atribuindo a psicólogos, serviços comunitários e participaçãos de programas de direitos humanos. reorganizando as formas atuais de administração dos presídios e contrandando mais fiscalizações ante-corrupção