30 anos do massacre de Carandiru: o combate à violência no sistema prisional brasileiro

Enviada em 06/05/2023

E de grande importância analisar aqui no Brasil, a violência dentro dos presídios tem sido marcado por atos de tortura, maus-tratos e até mesmo de superlotações. Dessa forma, os direitos e deveres de manter o sistema prisional tem deixado a desejar com a falta de sistema de saúde para os internos e aplicação de Custódia. Isso é um dos fatores mais comuns e o que mais afeta o sistema prisional brasileiro.

Ressalta-se que a falta de saúde adequada para os detentos e de situação precária, serem o tipo de pessoa qualificada e até mesmo a ausência de sistema de saúde. Segundo o Ministério da justiça, em 2014 havia apenas um clínico geral para mais de 1,3 mil detentos em algumas unidades penitenciárias, com apenas 37% das unidades tem modos de saúde. Desse modo, todos os presos ocorre grande risco de adquirir doenças de alto risco como a AIDS tuberculose E entre outros.

Ademais, um dos problemas que ocorrem no sistema carcereiro brasileiro e a prisão temporária. Com isso, mais de 62 mil presos não foram julgados pelos seus atos, pois alguns respondem crimes sem casos de violências e aguardam seu julgamento fora das celas um ponto final entretanto existe uma lei que diminui as prisões provisórias mas ainda é um desafio.

Dessa forma, esse problemas podem ser revertido junto com o Ministério público e o SUS, impondo assim leis com medidas cautelosas que estabeleçam soluções para substituir a prisão provisória e também trazendo o SUS para o sistema penitenciário afim De dar todo o apoio e assistência para os detentos com alta qualidade.