30 anos do massacre de Carandiru: o combate à violência no sistema prisional brasileiro
Enviada em 16/05/2023
Na obra “Utopia”, de Thomas More, retrata-se uma sociedade ideal, na qual o corpo social padroniza-se perfeito pela ausência de conflitos. De forma antagônica, o Brasil vive uma péssima realidade devido à alta violência no sistema penitênciario brasileiro, visto que o massacre de Carandiru e as condições precárias da prisão dificultam a solução dessa problemática. Dessa forma, é imprescindível superar esses desafios a fim de alcançar uma sociedade melhor.
A princípio, é válido ressaltar como o massacre de Carandiru é um fator preponderante para que o entrave ocorra.
De acordo com uma reportagem da Bdf ( Brasil de Fato) no dia 2 de outubro de 1992, ocorreu o massacre na Casa de Detenção do Carandiru onde 111 detentos foram mortos. Diante disso, observa-se vários problemas carcerários vividos em nosso país, como: a violência política e uso excessivo de força, condições desumanas nas prisões, falta de investimento em alternativas ao encarceramento. Esses problemas fazem com que mais revoltas e brigas aconteçam dentro dos presídios.
Outrossim, é primordial destacar de qual maneira as condições precárias nos presídios procedem para o problema ocorrer. Em uma reportagem feita pelo G1, em 2017 aconteceu um massacre no presídio de Alcaçuz, tiveram mais de 26 mortes. A superlotação, violência e rivalidade entre as facções, falta de higiene e saneamento básico, infraestrutura inadequada, falta dos direitos humanos, são fatores que agravam esse problema e gera uma revolta enorme entre os presos.
Em síntese, é importante analisar medidas para resolver essa problemática. Por tanto, é papel do governo juntos com os seguranças penitenciários criar uma rede de segurança maior e ter mais acesso aos direitos humanos dos presos. Com isso, a adoção dessas medidas tende a gerar positividade para o Brasil e aproximar- se a obra “Utopia” de Thomas More.