A ação da arte na socialização e na promoção dos direitos humanos

Enviada em 19/03/2023

A sociedade contemporânea funciona analogamente ao emaranhamento quântico, fenômeno físico que interliga particulas, de modo que qualquer alteração em uma afeta as demais. Nesse sentido, a falta de visibilidade da arte na cultura é um problema que prejudica a dinâmica social e, consequentemente, o desenvolvimento de toda a coletividade brasileira. Diante disso, vale debater esse tema e seus fatores, sobretudo, a negligência estatal e educacional.

A cerca disso, é importante salientar que a constituição de 1988 assegura o desenvolvimento social - artistíco, porém é evidente que a displicência do poder público alicerça a realidade da imperceptibilidade da arte, a medida que há uma escassez de verba governamental a este meio para proporcionar condições mais favoráveis aos artistas e seus seguidores.

Nesse sentido, podemos ressaltar que o meio artistico promove uma integração de questões essenciais que coopera com debates e censo crítico, afirmando-se um avanço intelectual, segundo a conferência internacional que trata dos impactos da arte voltada para a defesa e a promoção dos direitos humanos. Ademais, no meio social, advém uma oposição a esse quadro, depondo que não ocorre nas escolas o incentivo educacional para providenciar a liberdade de expressão e pensamento crítico.

Em suma, para solução do problema discorrido, o governo deve, por meio do direcionamento de verbas, disponibilizar a promoção de eventos culturais e atividades integradoras nas escolas, por exemplo, um espaço adequado para a manifestação dos estudantes, afim de promover uma reflexão de ponto crítico e social, concretizando os direitos de todos os cidadões. Assim espera-se, futuramente, que a sociedade passa voltar a funcionar como o fenômeno físico-quântico.