A ação da arte na socialização e na promoção dos direitos humanos

Enviada em 22/05/2023

A arte na sociedade

Na obra ‘‘utopia’’ do escritor inglês Thomas More retrata uma sociedade perfeita,

na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contempônea é o oposto que o autor prega, uma vez que a arte na sociedade apresenta barreiras as quais dificultam os planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da Negligência governamental quanto Falta de informação. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Precipuamente, é fulcral pontuar que a arte na sociedade deriva da baixa atuação dos setores governamentais. No que concerne a criação de mecanismos que caíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população. Entretanto, isso não ocorre no Brasil devido a falta de atuação das autoridades. Negligência governamental, tem a consequência do governo não ajudar com meios de conter o problema, com isso muitas pessoas não tem acesso ao direito. Diante disso, faz-se mister a reformulação estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar a falta de informação como promotor do problema. De acordo com Nicolas Boileau vale mais a ignorância do que um saber valioso. Partindo desse pressuposto, muitas pessoas preferem ficar sem conhecimento, por ignorância. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a falta de informação contribui para a perpetuação desse quadro deletério.

Assim, medidas exequíveis são capazes de mitigar a problemática na sociedade brasileira. Necessita-se urgentemente que, o Tribunal de contas da união direcione capital por intermédio do Ministério do Esporte, que será revestida em ação interventora atráves de cartazes, ir nas ruas. Desse modo, atenua-se em médio e longo prazo, o impacto nocivo da arte na sociedade, e a coletividade alcançará a utopia de More.