A ação da arte na socialização e na promoção dos direitos humanos

Enviada em 30/05/2023

Segundo a historiografia, nota-se que a principal característica do governo totalitário de Mao Tse-tung foi a revolução cultural, que visava persuadir a população através da obra “O livro vermelho”. O cenário exemplifica o poder e influência que a arte possui na sociedade, devido a força de visibilidade social que possui.

Primeiramente, vale destacar o papel da arte como agente preponderante ao longo da história. A Alemanha nazista é um claro exemplo do poder que a arte tem sobre as massas, ao utilizar de fontes audio-visuais na conquista e manutenção do poder alemão. Assim, o movimento impulsionou a propagação e hegemonia dos ideais nazifascistas, ao facilitar a socialização dos apoiadores da causa, por meio de propagandas, músicas e comerciais televisivos que manipulavam a população.

Ademais, o movimento artístico é um retrato de sua sociedade. Isso porque, são veículos de visibilidade que transmitem sentimentos, criticam e expõem problemas não tão obvios presentes na comunidade. O pensador William Shakespeare afirma que “A arte é o espelho e a crônica de sua época”, evidenciando a importância desse mecanismo na abordagem de temas não discutidos abertamente, como também na manutenção da individualidade e dignidade da pessoa humana.

Portanto, para garantir a arte como provedora de socialização e dos direitos humanos, faz-se necessário que o Ministério da Cultura junto ao Governo Federal, promova maiores investimentos no setor de arte e cultura, por meio de propagandas, como a divulgação de projetos que ajudem a desenvolver o lado artístico e cultural da população, afim de impulsionar o crescimento e progresso social.