A ação da arte na socialização e na promoção dos direitos humanos

Enviada em 30/10/2023

A Constituição Federal de 1988 traz como garantia, por parte do Estado, o incentivo e a valorização das manifestações culturais. Diante disso, o papel que a arte desempenha na socialização e promoção dos direitos humanos ainda necessita de mais visibilidade por parte dos governantes. Nesse sentido, as principais causas para a diminuição do alcance desse conceito cultural são os baixos incentivos financeiros oferecidos pelo governo e a pouca visibilidade que esse dispositivo tem perante a sociedade.

Nesse viés, os incentivos públicos destinados à arte são pouco suficientes para o desenvolvimento eficaz desse instrumento nas principais frentes sociais que englobam a população. De acordo com o escritor, Aldous Huxley, os fatos não deixam de existir só porque são ignorados. Dessa maneira, o problema tende a persistir por não haverem repasses suficientes para o desenvolvimento das práticas artísticas. Logo, se alguma atitude não for feita pelo setor público, muitos projetos nesse âmbito poderão nunca sair do papel.

Ademais, a notoriedade que a arte desempenha na vida de um indivíduo é pouco divulgada nos meios sociais. Para Thomas Hobbes, filósofo, o Estado é responsável por garantir o bem-estar do cidadão. Contudo, mostra-se pouco operante para difundir esse meio cultural à população, invibializando a propagação por falta de políticas específicas para essa finalidade. Portanto, é necessário colocar esse tema em pauta para benefício dos brasileiros.

Logo, É necesário medidas para viabilizar a toda população o acesso à arte. Cabe ao Estado, por meio do Ministério da Cultura, criar subsídios para os municípios desenvolverem de forma regionalizada suas ações artísticas, tendo como foco principal o fortalecimento e difusão das ações pelo país. Dessa forma, o que está previsto na Constituição Federal de 1988 estaria sendo posto em prática e a sociedade estaria a ter como referencial as ações artísticas.