A ação da arte na socialização e na promoção dos direitos humanos
Enviada em 13/08/2024
Na obra “Utopia”, de Thomas Morus, descreve-se uma visão de sociedade justa e exemplar. Analogamente a isso, tal questão relaciona-se à exclusão social presente na comunidade brasileira. Diante disso, surge a arte, como forma de combater o problema, capaz de promover a socialização entre indivíduos e a promoção dos Direitos Humanos. Através da integração de sujeitos que não possuem relações e da reflexão através da crítica.
Em primeira análise, depreende-se que a arte consegue associar duas pessoas que nunca se comunicaram. Isso é perceptível principalmente no carnaval, evento em que muitos grupos distintos mantêm contato e possuem o sentimento de coletividade. Nesse contexto, cabe salientar que a união entre cidadãos de classes é possível graças à representação da arte. Contudo, devido ao baixo investimento em tais atividades, é válido que medidas sejam tomadas à frente desse entrave.
Ademais, é notório como certas charges e quadrinhos trazem um pensamento para a população sobre os direitos humanos. Desse modo, na série de gibis “Mafalda”, a personagem principal se encontra repreendendo o planeta Terra, o avisando para respeitar os direitos humanos e não fazer como ocorreu com os 10 mandamentos. Com isso, pode-se destacar que esse pensamento é capaz de causar uma melhora na visão geral sobre tais direitos.
Portanto, é necessário desconstruir as bases dessa questão. Dessarte, cabe ao Ministério da cultura promover a conexão do povo, através da organização de festividades, a fim de diminuir a falta de convívio entre grupos. Outrossim, o Ministério das Comunicações deve investir mais na opinião crítica sobre os acontecimentos atuais. Com essas medidas o ideal de Thomas Morus chegará a nossa realidade.