A ação da arte na socialização e na promoção dos direitos humanos

Enviada em 17/08/2024

“Os fatos não deixam de existir só porque são ignorados”. A declaração realizada pelo escritor e filósofo inglês Aldous Huxley, ao ser analisada sob a atual conjuntura do país, permite refletir sobre como o a ação da arte na socialização e na promoção dos direitos humanos está sendo negligenciado no tecido social brasileiro, pois está afetando a vida de muitas pessoas. Nesse sentido, fatores como a promoção do preconceito em consonância com a disseminação do padrão estético não podem ser desprezados, visto que esses são os principais elementos relacionados com a problemática.

A Constituição promulgada em 1988, apelidada ‘Constituição Cidadã, ampliou os limites tradicionais da democracia brasileira ao estender o direito a liberdade para toda a população. Todavia, é importante salientar que tal prerrogativa não é totalmente garantida, tendo em vista que preconceitos podem ser atribuídos a diferentes fatores como desconhecimento e falta de compreensão, muitas pessoas não estão familiarizadas com a arte urbana e não entendem sua importância como forma de expressão e manifestação cultural. Portanto, é inadmissível que, em um país onde se paga uma das maiores taxas de tributos do mundo, o Estado não garanta políticas públicas capazes de corrigir ou reduzir essa situação.

Somado a isso, vale ressaltar que a ignorância sobre a arte cultural é outro elemento que intensifica a disseminação do padrão estético. De acordo com o site “Escrevacertoscursos”, a preocupação excessiva com a aparência pode levar a comportamentos prejudiciais à saúde, como a adoção de dietas restritivas ou o uso de procedimentos estéticos invasivos. Isso nos mostra que a população brasileira está diante de uma situação extremamente delicada e é por essa razão que ações precisam ser tomadas para que todos possam viver com mais harmonia e com todos os seus direitos garantidos.

Desse modo, é importante que o Governo Federal tome providências para alterar o quadro atual. Portanto, urge que o Ministério da Educação, por meio de campanhas e palestras, influencie e providencie a mudança do quadro atual. Só assim, será possível melhorar a realidade da sociedade brasileira que está vivendo com a temática em questão.