A ação da arte na socialização e na promoção dos direitos humanos
Enviada em 17/08/2024
Uma visão de uma sociedade justa e exemplar é apresentada na obra de Thomas Morus “Utopia”. Analogamente a isso, esse problema envolve a exclusão social que existe no Brasil. Diante disso, a arte surge como uma maneira de combater o problema, pois tem o potencial de fomentar a socialização entre as pessoas e promover os Direitos Humanos. Através da incorporação de sujeitos desconectados e da reflexão por meio da crítica.
Para começar, é evidente que a arte pode conectar duas pessoas que nunca se falaram. O carnaval é uma ocasião em que vários grupos distintos se encontram e formam uma conexão coletiva. Nesse contexto, é importante destacar que a representação da arte permite que os cidadãos de diferentes classes se unam. No entanto, é razoável tomar medidas para combater esse obstáculo devido ao baixo investimento em tais atividades.
Além disso, é comum que certas charges e quadrinhos inspirem a sociedade sobre os direitos humanos. Devido a isso, na série de cartoons “Mafalda”, a personagem principal se encontra repreendendo a Terra, dizendo-lhe que ele deve respeitar os direitos humanos e não seguir os dez mandamentos, como aconteceu com os outros personagens. Como resultado, é importante enfatizar a capacidade desse pensamento de melhorar a percepção geral desses direitos.
Assim, as bases dessa questão devem ser destruídas. A fim de diminuir a falta de convívio entre grupos, o Ministério da Cultura tem a responsabilidade de organizar festividades para fortalecer a conexão do povo. Por último, mas não menos importante, o Ministério das Comunicações deve dedicar mais recursos à formação de opiniões críticas sobre os eventos atuais. O ideal de Thomas Morus se tornará concreto com essas medidas.