A ação da arte na socialização e na promoção dos direitos humanos
Enviada em 16/10/2024
“A Constituição pretende ser a voz, a letra e a vontade política da sociedade rumo à mudança”. O discurso do deputado Ulisses Guimarães, em 1988, marcou a promulgação da Constituição Federal como bem-estar social e desenvolvimento nacional. Nesse sentido, lamentavelmente, a ação da arte na socialização e na promoção dos direitos humanos, no Brasil, representa um entrave para o cumprimento desses direitos na prática. Nesse viés, destacam-se dois aspectos importantes: a negligência governamental e a má gestão pública.
Cabe mencionar, em primeiro plano, que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Nessa ótica, de acordo com Confúncio, filósofo chinês, “não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, o governo não se preocupa com esse revés, e assim, a arte perde seu sentido, sua forma de expressão cultural e não consegue transmitir mensagens poderosas e despertar emoções na humanidade. Diante disso, fica clara a necessidade de dedicação sob a defesa desses informes.
Outrossim, destaca-se a má gestão pública como impulsionador dos danos. Sob essa ótica, à luz de Émile Durkheim, filósofo francês, “o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade”. Dessa forma, observa-se que a gestão pública não promove recursos públicos à sociedade e, desse modo, faz com que a população não se preocupa com a identidade que pode-se construir com a cultura local e trazer a socialização do povo brasileiro. Logo, medidas fazem-se necessárias para corrigir a problemática.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham a ampliar a socialização da sociedade por meio da arte. Dessa maneira, cabe ao Estado conscientizar os cidadãos de como é necessário entender sobre a cultura da arte, por meio de cartazes nas ruas e, até mesmo, campanhas em redes sociais (“Instagram e Twitter”), a fim de assolar os problemas envolvidos. Já as escolas, influênciar os estudantes de que é fundamental compreender que deve-se fortalecer a identidade cultural do país. Somente assim, tal problemática será resolvida.