A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 05/09/2019
Promulgado pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito á educação e ao bem -estar social.No entanto, a má alimentação nas redes públicas de ensino dificulta que essa parcela da população desfrute desse direito.Nesse sentido,convém analisarmos as principais consequências de tal postura negligente para nossa sociedade.
A educação é um fator principal para o desenvolvimento de uma criança e uma boa alimentação deve estar associado ao seu aprendizado.Contudo, a alimentação desordenada servida nas instituições de ensino impedem que essas crianças possam se alimentar como deveria.De acordo com o programa nacional de alimentação escolar (PNA)é garantir aos pré escolares e escolares, na faixa etária de 7 a 14 anos, o atendimento de 13 por cento de suas necessidades nutricionais diária.Por isso, é direito do aluno receber uma alimentação adequada de acordo com as vitaminas da sua faixa etária.
Faz-se mister ainda salientar, que a verba que deveria ir para a parte alimentícia das escolas muitas vezes é desviada e ao chegar nas mãos da coordenação, já chega com cortes de custo um dinheiro minúsculo que só dá para comprar alimentos de baixa qualidade portanto, uma alimentação bem equilibrada deve haver os componentes nas suas proporções ideais para restabelecer energia do corpo e um melhor aprendizado das crianças. Conquanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema, o ministério da educação deve reavaliar o processo de distribuição de verba nas instituições de ensino para assim haver um melhor planejamento da merenda escolar e também o (Pne) deve fiscalizar rigorosamente a nutrição necessária para cada alimento.