A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 07/09/2019
O Governo de Getúlio Vargas proporcionou muitas mudanças a sociedade, inclusive para a alimentação na rede pública de ensino com a criação do Programa Nacional de Alimentação (PNAE). Proporcionando,assim,um avanço na rede pública de educação,ocasionando vários desafios ao governo brasileiro para manter uma boa alimentação nas escolas,como garante a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948.
As projeções da Universidade de São Paulo (USP) afirmam que 75% das crianças da rede pública tem uma boa alimentação.Um fator responsável para a nutrição adequada desses indivíduos é a PNAE,na qual garante que todas as escolas públicas tem direito a alimentação de qualidade. Consequentemente, 25% das crianças estão desnutridas por falta de assistência adequada nas escolas públicas. Causando ao longo dos anos um desafio para as politicas públicas brasileiras em levar alimento as instituições públicas que ainda falta.
Vale ressaltar,ainda, a corrupção por parte de prefeitos de algumas cidades em cima do dinheiro da merenda escolar. Por isso,tem que haver intervenções públicas na fiscalização da aplicação do dinheiro,porque,segundo aponta a Folha de São Paulo,ainda tem-se que proporcionar uma melhor administração do sistema público de educação.Como consequência, a corrupção faz com que muitas escolas fechem,o que é ruim,uma vez que quanto mais falta assistência,muito mais a desnutrição cresce,tendo em vista que muitas crianças não tem alimentação em casa.Desse modo,torna-se inevitável uma mudança na fiscalização e na PNAE para inserir alimentos adequados as escolas.
Fica evidente,portanto, que a falta de assistência social e a corrupção nas verbas escolar geram grandes impactos a sociedade.É preciso,então, que as politicas públicas com as mídias de comunicação realizem campanhas publicitárias,em que ensinem a importância de uma boa alimentação no ambiente escolar,como diz respeito a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ademais, que a justiça federal puna os corruptos,através de provas concretas,no intuito do desvio de verba ser menor. Assim,a assistência social e a fiscalização nos recursos funcionarão conforme prevê a Declaração Universal dos Direitos Humanos.