A alimentação na rede pública de ensino

Enviada em 20/09/2019

A alimentação saudável é a forma mais eficaz de construir uma vida com saúde forte e excelente longevidade. Em contrapartida, doenças de diversos tipos são decorrentes da negligência em relação à maneira de se nutrir. Com a revolução industrial o setor alimentício também contemplou as mudanças contemporâneas, e cada vez mais os alimentos passaram a ser industrializados, perdendo valor nutricional e ganhando em insalubridade.  O governo brasileiro e a população do país em geral acabam sendo coniventes com esse tipo de alimentação, tornando-se necessárias mudanças na conscientização social e política para os desafios de uma boa educação alimentar.

Nesse contexto, destaca-se a famosa frase do filósofo Padre Antônio Vieira: “A natureza fez o comer para o viver e a gula fez o comer muito para o viver pouco”. Analisando a ideia apresentada no contexto alimentar, a gula não faz referência apenas ao comer muito, mas também à valorização do lucro em cima da alimentação saudável, onde as empresas e os consumidores priorizam os alimentos que não atrapalhem a vida financeira e contribuam para ganhar tempo.

Além disso, no setor escolar, principalmente em redes públicas, onde o governo decide sobre a alimentação dos alunos, também há forte carência no que tange saúde alimentar. Na infância e adolescência, quando os jovens estão em formação, isso traz prejuízos drásticos, tanto fisicamente quanto psicologicamente, pois eles acostumam a comer “porcarias”. Ademais, em sala de aula não é presente temas que eduquem as crianças a favor da alimentação adequada contribuindo para o péssimo cenário alimentar do país.

Assim sendo, é necessário que o Estado invista em projetos a fim de reeducar a população para comer saudavelmente. Nas escolas, montar cardápios compatíveis com as exigências dos nutricionistas concursados. Para isso, investir capital destinado para comidas nutritivas nos colégios, até porque, esse dinheiro  retornará com menos atendimentos médicos .futuros