A alimentação na rede pública de ensino

Enviada em 19/10/2019

Promulgada em 1948, a declaração Universal dos Direitos humanos garante a todos os indivíduos o direito à vida, segurança e bem estar social. Entretanto, no limiar do século XXI, existe uma falta de atenção do Estado à oferecer alimentação de qualidade a  rede pública de ensino e a forma exagerada no qual a indústria atua nesse setor.

A princípio, vale destacar que a merenda é um direito de todos os estudantes. Assim, contribuindo para seu crescimento, desenvolvimento, aprendizagem e rendimento escolar. É importante que esses direitos não sejam violados, levando em consideração que muitos desses alunos são de baixa renda e tem como alimentação somente aquela que vem da escola, é mister que não sintam  fome nesse ambiente e o rendimento seja negativo por conta disso.

Em segundo plano, a alimentação saudável é uma valiosa ferramenta de qualidade quando aliada as escolas. Entretanto, muitas empresas conseguem autorização para vender salgados e refrigerantes nesses ambientes. É preciso compreender quais as consequências que isso pode gerar, como por exemplo, uma péssima alimentação, deixando os alunos vulneráveis a terem transtornos alimentares.

Diante dos fatos mencionados, e visa a propor uma sociedade melhor, é imprescindível que atitudes sejam tomadas a fim de sanar o impasse. Primeiramente, o Estado deve reconhecer a importância da merenda escolar, e em parceria com os responsáveis dessas instituições, fazer fiscalizações nas escolas com o intuito de garantir que esses direitos estão sendo cumpridos. Além disso, é essencial que hajam limites nos alimentos que são comercializados nesses ambientes, o Ministério da Educação juntamente do Ministério da Saúde, deve propor somente a venda de produtos saudáveis, consci