A alimentação na rede pública de ensino

Enviada em 29/10/2019

Consoante Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo. No entanto, para que a educação possa ser realizada é necessário que ferramentas básicas como alimentação na rede pública ultrapasse alguns impasses existentes. Diante dessa perspectiva cabe avaliar os fatores que colaboram com essa situação.

De início, analisa-se o elo entre a inercia governamental e a problemática em questão. Isso ocorre devido à pouca efetivação do governo investir mais na alimentação. Logo em um vídeo muito acessado do YouTube, uma aluna relata que deseja uma escola com menos “bolacha com suco”. Tal episódio revela a precária nutrição das escolas brasileiras. Dessa forma, é nítido que medidas devem ser tomadas acerca desse problema.

Ressalta-se também, a falta de um profissional que verifique os alimentos dentro do ambiente escolar. Segundo a pesquisa Nacional de saúde escolar, cerca de 41,6% dos alunos consomem guloseimas no âmbito escolar. Sendo assim, durante o período de aula não consomem de uma carga nutricional adequada. Neste sentido, é preciso que medidas sejam tomadas.

Destarte, são necessárias ações para que a alimentação na rede pública de ensino ultrapasse alguns problemas. Nesse contexto, o Governo deve investir mais em alimentação. Por intermédio, de alimentos que possam suprir toda rede pública. Ademais, as escolas devem desenvolver nas aulas de biologia projetos que trabalhem pirâmides de alimentação, que identifique a porcentagem correta de cada tipo de alimento para ingestão. Mediante a isso, a rede pública contara com uma boa alimentação, e o pensamento de Nelson Mandela se tornara mais fácil de ser aplicado.