A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 29/12/2019
O lado negativo da alimentação escolar Promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os cidadãos o direito à saúde e à alimentação necessária para o desenvolvimento humano. Nesse contexto, percebe-se que o alimento servido nas redes públicas de ensino é um problema enfrentado pelos estudantes brasileiros que, caso não seja solucionado, pode gerar más consequências para esses jovens.
No Brasil, as escolas municipais, estaduais e federais, todas, são servidas refeições como almoço, lanche e janta. No entanto, de acordo com uma matéria publicada no jornal O Globo, 87% das escolas públicas não possuem funcionários especializados em nutrição para auxiliar na preparação dos alimentos, como, reduzir as frituras, o sal e os doces, incluir verduras e legumes no cardápio, entre outros. Considerando que um jovem se alimenta, ao menos, uma vez por dia na escola, são, aproximadamente, 200 dias por ano comendo de forma inadequada.
Com isso, é possível observar que as refeições escolares podem causar resultados negativos na vida de uma criança. A ingestão frequente de comidas gordurosas, muito salgadas e o consumo excessivo de doces pode acarretar doenças como obesidade, hipertensão e diabetes, que, se não tratadas, podem levar a óbito. Além disso, a maioria das instituições de ensino não incentiva os alunos a se alimentarem de forma correta enquanto estão fora da escola.
Portanto, para que haja possibilidade de findar este problema, é necessário que o governo contrate nutricionistas para ficarem responsáveis pela alimentação dos alunos das escolas públicas e que os diretores organizem palestras que incentivem essas crianças a adquirirem hábitos alimentares saudáveis. Dessa forma esses jovens poderão se prevenir de doenças e prolongar o tempo de vida.