A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 27/03/2020
“O importante não é viver, mas viver bem”. Segundo Platão, a qualidade de vida tem tamanha importância que ultrapassa a da própria existência. Contudo, a precária distribuição alimentícia e de qualidade nas redes de ensinos públicas afasta o Brasil diante desse pensamento. Com isso, ao invés de tentar se aproximar da realidade vivida por Platão, fatores como a negligência governamental, bem como a falta de infraestruturas contribuem para a situação atual.
Convém ressaltar, a princípio, a inobservância estatal como um fator determinante para que o impasse persista. De acordo com o filosofo Stuart Mill, no livro “Utilitarismo”, a mais honrosa das ocupações é fazer o que é certo. Entretanto, verifica-se, na esfera brasileira, que o Estado faz o oposto do preconizado pelo o utilitarista, visto que não há projetos voltados que irão garantir uma alimentação de alto potencial nutricional a classe infantojuvenil nas escolas brasileiras. Indubitavelmente, enquanto esse descaso permanecer, essa continuará sendo a triste realidade brasileira.
Além disso, outra dificuldade é a ausência de uma infraestrutura capacitada como impulsionadora do problema. Segundo o filosofo Aristóteles, na obra “Ética a Nicômaco”, as carências acarretam conflitos. Logo, percebe-se que essa filosofia encaixa-se no núcleo brasileiro, haja vista que a falta de um ambiente adequado, no qual não há mesas e nem cadeiras suficientes no refeitório para que os alunos possam se sentar e fazer uma refeição satisfatória, além do mais existe a falta de alimento para que de conta de sustentar todas as pessoas daquele âmbito
Portanto, medidas são necessárias para solucionar à temática. Então, é dever do Estado, juntamente com o Tribunal de Contas da União, enviar verbas para que às escolas possam adquirir a mantimentos saudáveis e móveis para refeitórios, de modo que haja a qualidade nutricional, mas também o conforto individual, com o objetivo de sanar a má infraestrutura e o deficit alimentício das escolas brasileiras. Consequentemente, o Brasil poderia viver mais próximo da realidade vivida por Platão.