A alimentação na rede pública de ensino

Enviada em 08/05/2020

De acordo com o jornalista irlandês George Shaw, “O progresso é impossível sem mudanças”. Desse forma, ao analisar a alimentação na rede pública de ensino, percebe-se que é extremamente importante, pois é uma das principais fontes de alimento dos jovens, porém, a presença da corrupção por parte de governantes e por ser a principal saída para saciar a fome de muitos, fazem com que o sistema público seja sobrecarregado e falho. Portanto, é necessário mudanças para que haja progresso.

Em primeiro lugar, destaca-se a corrupção de representantes públicos como um dos fatores que influenciam nas atividades dos alunos. Sendo assim, de acordo com o Portal R7, a falta de merenda, resultante de desvios de verbas, reduz o desempenho dos estudantes. Desse modo, observa-se que a ausência da merenda escolar pode acarretar não só o péssimo rendimento como também a futura vida profissional desses alunos, uma vez que o mercado de trabalho exige uma boa qualificação do indivíduo.

Outrossim, a fome instalada no Brasil faz com que diversos jovens se tornem dependentes da alimentação das instituições de ensino. Segundo dados do IBGE, mais de 7 milhões de pessoas enfrentam a insegurança alimentar grave. Diante disso, a instabilidade econômica e a falta de comida originada pela má distribuição de renda, segundo Karl Marx, obrigam os estudantes a dependerem unicamente das refeições das escolas, a qual gera uma sobrecarga na rede pública, aumentando consideravelmente a demanda de alimentos.

Destarte, é urgente a reversão dessa problemática. Logo, cabe ao Governo Federal, na figura do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, distribuir, para pessoas carentes, cestas básicas e uma quantia em dinheiro para comprar o que for necessário. Essa ação pode ser feita por meio de postos municipais a fim de combater a fome e, consequentemente, levar esperança para as famílias. Com essas mudanças, o Brasil será um lugar de progresso.