A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 10/05/2020
A Constituição Federal foi promulgada em 1988 com o intuito de assegurar os direitos de todos os brasileiros .No entanto, apesar da garantia constitucional ,nota-se que a merenda escolar fornecida nas escolas configura-se como uma falha no princípio da isonomia.Sendo assim, percebe-se que a alimentação na rede pública de ensino possui um cenário amargo no país ,devido não só a falta de uma gestão correta de fornecimento de alimentos, com valor nutricional adequado como também a falta de recursos financeiros destinados a esse fim.
Em primeiro lugar deve-se valorizar a alimentação nas escolas como um veículo que melhora a capacidade de aprendizagem .Visto que como dizia o político brasileiro Leonel Brizola:“uma criança só pode aprender quando bem nutrida ,e não quando esta cheia de parasitas “.Afinal os nutrientes melhoram a capacidade cognitiva além de propiciar vitalidade e a energia.
Além disso uma alimentação equilibrada previne a obesidade e o deficit de atenção contribuindo de forma significativa ao aumento dos índices de desempenho escolar e diminuindo-os, de evasão .
De modo a isso uma possível solução seja o abastecimento da merenda escolar por meio da agricultura familiar ,pois esses alimentos são rico em nutrientes ,vitaminas ,além do que esses alimentos chegam fresquinhos à escola com qualidade superior.Embora os alimentos industriais sejam de fácil adesão e baixo custo,não constituem uma base nutricional adequada .
Em segundo lugar ,conforme dizia Tomas Jefferson, ex presidente dos EUA , “Quando um homem assume uma função pública, deve considerar-se propriedade do público”.De modo que a população deva reivindicar que não se deve faltar recursos alimentares para os jovens de escola pública..
Portanto cabe aos diretores de escolas proporem idéias, pressionarem prefeitos e o Secretário da saúde exigindo um bom uso do dinheiro público como por exemplo, uma parceria com a agricultura familiar ,sendo assim de beneficio mutuo tanto para os alunos quanto para subsistência do produtor rural e do mercado interno brasileiro.