A alimentação na rede pública de ensino

Enviada em 22/06/2020

No período Paleolítico, o ser humano precisava ir em busca do alimento; entretanto, nos tempos de hoje, toda a comida produzida pelo homem é capaz de alimentar todas as pessoas no mundo. Contudo, apenas indivíduos que possuem dinheiro têm condições de comprar essa comida. No Brasil, a alimentação foi inserida na rede pública de ensino para crianças e adolescentes, essa disponibilização de comida para os estudantes é muito importante.

Primeiramente, em terras brasileiras a fome é uma realidade na vida de muitas famílias. Devido à isso, há 30 anos, foi instituído nas redes de ensino público, dentre os direitos da criança no Brasil, uma alimentação capaz de suprir parte dos nutrientes diários dos estudantes. Esse cuidado para com as crianças é muito positivo, pois, não apenas sua fome é saciada durante o período de aula, mas também é dado a elas melhores condições para aprender ao estarem bem alimentadas.

Cabe considerar a escola não apenas como responsável pelo preparo intelectual das crianças, mas também responsável por orientar a respeito dos benefícios de uma boa alimentação. Percebe-se, atualmente, um crescimento de pessoas obesas no país. Esse resultado é, na maioria, consequência da falta de informação a respeito dos malefícios dos alimentos processados, fast foods e refrigerantes, por exemplo. Assim, ao disponibilizar alimentação na rede pública de ensino, os estudantes serão direcionados ao consumo de comida realmente nutritiva e saudável para seu corpo.

Em suma, é ótimo as crianças serem alimentadas nas redes públicas de ensino. Portanto, para esse projeto evoluir seria plausível que em cada escola estivesse presente, pelo menos, um nutricionista com a finalidade de acompanhar a saúde dos alunos ao longo do ano letivo e, caso ele fosse diagnosticado com déficit nutricional, a instituição deveria reportar para a assistência social a fim de amparar a criança e sua família, seja com cestas básicas ou com auxílio financeiro, por exemplo. Ademais, o Ministério da Educação deveria inserir no currículo escolar a nutrição básica cotidiana com aulas práticas nos refeitórios das escolas, sendo elas ministras por nutricionistas e professores a fim de ensinar os estudantes a respeito da importância de se alimentar bem e com bons alimentos. Desse modo, os brasileiros irão seguir para um futuro no qual ver e ajudar a carência do próximo fará parte da sociedade, assim como, a consciência e boas escolhas alimentares.