A alimentação na rede pública de ensino

Enviada em 26/06/2020

Promulgada pela ONU - Organização das Nações Unidas em 1948, a declaração dos Direitos Humanos garante  todos os indivíduos o direito à saúde,educação, segurança e ao bem - estar social. Todavia, os obstáculos sociopolíticos em relação a alimentação na rede pública de ensino dificultam a qualidade dos estudantes, tornando esse direito utópico.  Nessa perspectiva, é fato que esse revés é motivado por questões sociopolíticas.

Antes de tudo, é preciso analisar as dimensões de bases políticas acerca dessa problemática. Desse modo, há falhas políticas de articulação da sociedade civil e segundo Platão “O importante não é viver, mas é viver bem”. Nesse sentido, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), “Um estudante bem alimentado apresenta melhor rendimento escolar” o que deveria refletir na boa alimentação dos estudantes, principalmente na qualidade de vida e do bem - estar, mas que se opõe com a ajuda da irresponsabilidade governamental sem reflexão nos efeitos negativos dessa prática, para o desenvolvimento estudantil.

Além disso, fatores sociais contribuem para a propagação desse problema. Questões como evasão escolar, desnutrição dos alunos e violão dos direitos humanos são aspectos hostis da sociedade à vulnerabilidade da má alimentação de alunos de escolas públicas no Brasil. Nesse sentido, a falta de saúde, alimentação, segurança e bem - estar social interferem na qualidade de vida dos brasileiros e se perpetuam em conflitos sociais.

Infere-se, portanto, que, para mudar esse cenário, é necessário que o governo, unindo -se a ONU, enfatize a importância dos direitos humanos  e promova reflexões através de programas de integração social como cursos de capacitação para diretores escolares, assistes sociais, nutricionistas e população com princípios sociais mais justos que colaborem para o desenvolvimento da educação dos estudantes brasileiros garantindo,assim, os direitos de bem - estar social, saúde e educação.