A alimentação na rede pública de ensino

Enviada em 03/07/2020

A fome dos estudantes e da população

O Artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos afirma que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.”. Analisando o pensamento e relacionando-o à realidade da alimentação na rede pública de ensino, percebe-se a necessidade de um olhar mais atento para o aprimoramento na distribuição e educação alimentar para população brasileira, apesar de já haver um programa de suplementação alimentar, o PNAE(Programa Nacional de Alimentação Escolar), muitas escolas não têm condições financeiras nem estrutura para aderir a ele, e muitos estudantes destas escolas também não tem o que comer em casa. A fome atinge mais 113 milhões de pessoas o mundo, e 5,2 milhões no Brasil.

Em consequência disso, vê-se, a todo instante, pessoas passando fome nas ruas, e pedindo ajuda para se alimentar, não apenas estudantes. Isso acontece, pois, muitas famílias não têm condições de se sustentar por não conseguirem um emprego no mercado de trabalho ou pelo trabalho que tem, pagar muito pouco, de acordo com uma pesquisa do IBGE, no primeiro trimestre de 2020, o desemprego no Brasil atingiu 12,9 milhões de pessoas.

Outra preocupação constante é com as famílias que não tem condições de mandar seus filhos para a escola, seja por conta de distância ou outras dificuldades, conforme o IBGE 2,8 milhões de crianças e adolescente estão fora da escola. Além de tudo isso, há políticos corruptos que desviam o dinheiro usado para alimentação nas escolas.

Levando-se em conta o que foi observado, o governo deveria implantar um programa que distribuísse alimentos não só para as escolas, mas para as famílias de baixa renda também, e a distribuição ocorreria todos os dias da semana e durante as férias, isso seria uma boa forma de combater a fome dos estudantes, e da população.