A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 03/07/2020
Para garantir que as crianças e adolescentes cresçam de forma saudável, é necessário uma alimentação composta por nutrientes e proteínas. E a alimentação escolar muitas vezes é quem acaba fornecendo o necessário para esses jovens.
Vivemos em um país onde enfrentamos a desnutrição e a fome, e pensando nisso foi criado a Lei 11.947/2009 que garante alimentação saudável e adequada, tendo uso de alimentos distintos e variados. E o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) tem como objetivo assegurar que nenhuma criança seja prejudicada em seu rendimento escolar pela falta de nutrientes.
Foi definido em 2009 que cerca de 30% dos alimentos oferecidos as escolas devem provir da agricultura familiar. Essa iniciativa ajuda o desenvolvimento da economia, pois é feita em pequenas propriedades, e acaba oferecendo um alimento de maior qualidades as crianças, e promovem o balanceamento nutricional na alimentação.
No intuito de unir a nutrição e a educação, muitos professores criam projetos para desenvolver hortas nas escolas para que as crianças possam aprender de onde os alimentos tem procedência até chegar em nossas mesas, a importância de cada nutriente para o nosso organismo e o que a ausência deles causam.
Mesmo com tanta variedade, a nova geração tende-se a se tornar obesa, pois os alimentos prontos e industrializados são mais chamativos e saborosos para saciar-los, uma vez que essa alimentação inapropriada pode levar a problemas cardíacos e sedentarismo.
Levando em consideração os aspectos mencionados acima, é preciso entender que muitas crianças dependem das redes de ensino para obter sua alimentação, e ainda sim os alimentos oferecidos são encontrados em condições precárias. Por isso é necessário que o Ministério da Educação juntamente com as escolas, possam elaborar projetos, levando palestras para demonstrar a importância da alimentação saudável na infância e adolescência.