A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 11/07/2020
O dramaturgo alemão Bertold Brecht afirmava que ‘‘Para quem tem uma boa posição social, falar de comida é coisa baixa. É compreensível: eles já comeram’’. Analisando o pensamento e a relacionando-o a realidade percebe-se a necessidade de um olhar mais atento para a área da alimentação, principalmente na rede pública de ensino. Logo, são necessárias medidas para garantir o fornecimento de uma alimentação adequada nas escolas públicas.
Primeiramente, constata-se que são vários os motivos para a alimentação nas escolas deixar a desejar. O primeiro deles consiste na falta de orientação alimentar nas escolas. O segundo é a falta da educação nutricional nas escolas. E por último, é o orçamento baixo, o que inviabiliza a contratação de nutricionistas e o fornecimento dos alimentos adequados. Nesse sentido, esse quadro precisa ser revertido.
Em segundo lugar, nota-se que a alimentação em nosso país é bem precária. A comprovação desse fato se dá por meio da observação de que a refeição escolar, muitas vezes, é a única do dia da criança, também pela insegurança alimentar que muitas famílias tem, sem saber se vão ou não comer e pelo fato de que o Brasil está voltando ao mapa da fome. Nessa perspectiva, essa situação precisa ser alterada.
Urge que a alimentação na rede pública de ensino seja assegurada na prática efetiva. Cabe ao governo essa função, por intermédio do fornecimento de recursos necessários para assegurar a alimentação nas escolas, com o auxílio de nutricionistas, para conscientizar sobre a alimentação mais saudável. Essas medidas, caso feitas em conjunto, podem atenuar os problemas relacionados à alimentação na rede publica de ensino no Brasil.