A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 13/07/2020
Falta de orientação alimentar e o baixo orçamento. Esses são alguns dos fatores que evidenciam a realidade da alimentação na rede pública de ensino: desnutrição e insegurança alimentar. A má alimentação de uma criança é responsável por um desenvolvimento físico e metal inadequado, assim como adoecer com mais facilidade.
Em primeira análise, convém pontuar que a Lei n°11.947, dispõe a alimentação escolar na educação básica. A Lei determina que a alimentação saudável e adequada deve ser empregada, além disso, ela também pontua à atuação de um nutricionista como responsável técnico da alimentação escolar nas unidades de ensino. Contudo, esse regulamento não tem devida efetividade, consequências do baixo orçamento.
Ademais, em concordância com o Cenário da Infância e Adolescência no Brasil (2019), da Fundação Abrinq, aponto que, 47,8% das crianças brasileiras vivem na pobreza e muitas dessas crianças dependem as escolas que frequentam para se alimentar, gerando assim, a insegurança alimentar e o mapa da fome.
Em vista disso, o governo deve promover especialistas nutricionais nas unidades de ensino, alimentos saudáveis e nutritivos a todas as crianças e incluir matérias na grade curricular, a fim de, orientar a todos, sobre a importância da alimentação na vida de uma criança.