A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 16/07/2020
No documentário, “Ensinar alimentação a todas as crianças”, os temas, obesidade infantil e alimentação precária de muitos jovens na América são abordados de maneira impactante, com ênfase a uma sociedade marginalizada, na qual as famílias não incentivam o bem-estar de seus filhos ou não tem condições para alimentá-los de forma correta. Esse cenário aproxima-se da realidade atual brasileira, de modo que muitas vezes, a falta de educação nutricional nas escolas e em casa leva à muitas crianças terem obesidade ou adquirirem doenças “habituais” em adultos. Além disso, a alimentação escolar é a única do dia e pode ser colocada de forma errônea. Desse modo, é imprescindível que haja uma alteração na educação desses jovens sobre sua alimentação.
A priori, no documentário “Muito Além do Peso”, relata o cotidiano de jovens e crianças que estudam em escolas públicas e como sua alimentação inadequada pode prejudicar a sua saúde, devido às condições de seus pais e/ou responsáveis, ou até mesmo de sua própria escola. Nesse sentido, é valido ressaltar que a falta de educação nutricional em escolas de rede pública vem auxiliando na forma errônea de muitos jovens que muitas vezes preferem comer produtos industrializados do que comer comidas saudáveis, ou até mesmo não tem conceito o que é aquele alimento e seus benefícios. Assim, muitas crianças tendem a serem obesas ou conterem doenças “comuns” em adultos desde novas e isso impactará em sua saúde. Nesse sentido, o governo deve intervir na alimentação desses colégios.
A posteriori, segundo os dados do site BBC News, de 2013, apontam que “uma em cada cinco famílias brasileiras têm restrições alimentares ou contem a possibilidade de não ter dinheiro para pagar a comida”. Dessa forma, é importante ter em vista que, muitas crianças não têm o que comer em razão de sua única alimentação ser em ambiente escolar e acabam passando fome ou comendo apenas aquilo que oferecem que poderá prejudicar a saúde deste jovem. Atualmente, a sociedade está vivendo um momento de epidemia, então a maioria das escolas está distribuindo alimentos para as famílias destes alunos por não terem o que comer. Essa medida deve ser contínua mesmo após da pandemia.
Em síntese, é urgente que haja mudanças na forma da educação nutricional em escolas e que continue sendo distribuídas sextas básicas para as comunidades, para que ela seja um local de aprendizado sobre sua alimentação além de um apoio para as famílias carentes daquela região, cabe ao Ministério da Educação essa função, por intermédio do Governo, por meio da criação de uma lei que será entregue a Câmera. Nela será estabelecida que os alunos de redes públicas terão aulas nutricionais com profissionais da área e continuarão recebendo cestas. Espera-se dessa forma, caso feita em conjunto, melhorar a alimentação nas escolas públicas.