A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 16/07/2020
Foi consolidado em 1948 pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, o direito de viver livre da fome e da desnutrição. Entretanto, não é o que ocorre em diversas partes do país, onde crianças se alimentam somente na escola graças a alimentação na rede pública de ensino. Nesse sentido, convém analisarmos as principais consequências de tal postura.
A priori, é imprescindível visualizar a negligência estatal tendo em vista esta problemática, logo que os orçamentos dados para as escolas são baixos. Assim sendo, engloba também a escassez de orientação alimentar/nutricional para os estudantes, que é essencial tendo em vista uma alimentação saudável. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde Do Escolar - Pense de 2015, quarenta porcento de estudantes do 9° ano do ensino fundamental comem guloseimas praticamente todos os dias. Diante do dado exposto, é inadmissível a permanência da situação desta forma.
A posteriori, em período de recesso escolar, os estudantes dependentes da alimentação dada pela rede pública tendem a sofrer mais ainda, devido ao fato de a alimentação antes dada na escola, seria a única no dia para alguns, e sem a mesma, não têm o que comer. DIante disso, medidas devem ser tomadas.
Portando, visando garantir melhor condição de vida para os estudantes necessitados, é papel do Governo, viabilizar maiores orçamentos paras escolas de rede pública, e a criação de programas de incentivo nas escolas tendo em vista gerar uma melhor alimentação , através da contratação de nutricionistas. A partir dessas ações espera-se uma melhora nos indices de fome e desnutrição em crianças e jovens.