A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 16/07/2020
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela ONU (Organização das Nações Unidas), é direito de todos os cidadãos, sem qualquer distinção, o acesso a saúde, educação e alimentação. Entretanto, o cenário vistos nas redes públicas de ensino no Brasil impede que isso aconteça na prática, devido, a alimentação inadequada nesse setor. Nesse contexto, evidencia-se a necessidade de serem tomadas atitudes pelas autoridades competentes para reverter essa problemática.
Em primeira instância, a falta de educação nutricional nas escolas. É fundamental a ajuda de nutricionistas para orientar as escolas sobre os alimentos corretos para a saúde de seus alunos e professores. Nesse sentido, ocorrem algumas impedições com baixos orçamentos por parte da governo, provocando então, a falta de orientação alimentar nas escolas.
Entretanto, a precaridade do dinheiro destinados a essas escolas, contribuí para a falta de alimentos, que são do direito de todo o cidadão. Esse fator ocorre, pois não há grande preocupação das autoridades em fornecer investimentos para o setor de educação.
Portanto, algo precisa ser feito com urgência para amenizar a questão. Logo, o Ministério da Saúde, Ministério da Educação e a Negligência Estatal, por meio de buscas e investimentos, deve promover melhores orçamentos, contratar especialistas nutricionais para as escolas e fornecer outras refeições para os alunos. Nesse sentido, o fito de tal ação é que nenhum aluno passe fome. Somente assim, esse problema será gradativamente erradicado.