A alimentação na rede pública de ensino

Enviada em 03/10/2020

No filme Wall-e, é retratado como a má alimentação e o sedentarismo levaram a humanidade a obesidade. Fora da ficção, é fato que as redes públicas de ensino, ainda enfrentam problemas no que diz respeito à alimentação. Nesse contexto, é lícito afirmar que a falta de investimento e a displicência estatal contribuem para a perpetuação desse cenário negativo.

É importante ressaltar, em primeiro lugar o insuficiente investimento na alimentação das Escolas públicas como influenciador da questão. De acordo com dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas, a taxa de investimento no Brasil, somando setores públicos e privados, esta no seu menor nível nos últimos 50 anos. Entretanto, para que o problema seja resolvido faz-se necessário o investimento massivo. Como a uma lacuna financeira a escola encontrasse impossibilitada de oferecer uma refeição nutritiva e saudável aos alunos.

Cabe mencionar, em segundo lugar que a falta de atuação governamental contribui para o entrave. Segundo Thomas Hobbes, o Estado é responsável pelo bem-estar da população. Conquanto,  isso não é efetivado no século XXI, uma vez que devido a má atuação estatal á rede pública de ensino encontrasse fragilizada financeiramente, com dificuldade no armazenamento dos mantimentos como também no preparo.

Portanto medidas são necessárias para solucionar o problema. Cabe ao Governo, em parceira com o Ministério da Educação , por meio de verbas governamentais , criar um projeto de melhorias na alimentação das redes públicas de ensino, tal projeto deverá focar, principalmente, na reforma das cozinhas escolares e na comprar de alimentos saudáveis para os alunos. Dessa forma, problemas causados pela má alimentação como na animação Wall-e não farão parte da realidade.