A alimentação na rede pública de ensino

Enviada em 10/10/2020

Desde meados do século XVIII até o fim do século XIX, uma onda revolucionária de pensamentos intelectuais entraram em efervescência. Dessa forma, esses novos ideais apresentaram inovações sociais e políticas para diversas nações ao redor do mundo. Não obstante, o Brasil passou a introduzir essas correntes revolucionárias que modificaram a forma de governar o país - tornando-o mais justo. Contudo, muitos problemas sociais ainda persistem, um desses se caracteriza pela precária condição de alimentação na rede de ensino público. Isso está associado à falta de fornecimento capital do Estado para a melhoria dessa condição, e o problema na introdução de alimentos mais nutritivos e saudáveis nas escolas.

Em primeiro lugar, cabe salientar que o Estado não fornece um efetivo fluxo de capital a redes de ensino públicas. Ademais, o país entrou na era da redemocratização a partir da década de 1980 - e em 1988 formulou uma nova Constituição que prometia condições mais justas e igualitárias. Por consequência, é de se esperar êxito dessa nova legislação - principalmente nas questões de ensino. Contudo, na prática, isso não se demonstra efetivo, pois as escolas, atualmente, apresentam merendas escassas e de péssima qualidade - muitas não fornece uma boa alimentação ao estudante. Entretanto, esse problema legislativo pode ser coligado ao descaso estatal e sua falta de fornecimento monetário, pois é de obrigação dos órgãos públicos cumprir as leis pré-estabelecidas.

Ademais, as péssimas condições nutritivas são um problema a se mencionar hodiernamente. Certamente, as redes de ensino público não apresentam acompanhamento de médicos ou de nutricionistas de forma efetiva para melhorar a alimentação da população. Isso se torna um problema, pois a alimentação dos estudantes pode não estar sendo praticada de forma adequada, gerando futuramente empecilhos maiores (como obesidade, problemas cardiovasculares, diabetes, entre outros). Tamanho efeito deve ser combatido de forma adequada com inserção de melhores condições de alimentação.

Em suma, para que problemas como este não passem por processos de ressurgência, é preciso que o setor Executivo crie investimentos capitais, por meio de um fundo monetário, que melhore a merenda escolar e introduza profissionais da saúde qualificados em escolas públicas (como médicos e nutricionistas) para prestar atendimento. Dessa forma, introduzindo uma alimentação mais nutritiva e de melhor qualidade aos estudantes, os estimulando a ter condições de vida mais saudável. Eventualmente, essa reeducação alimentar nas redes de ensino diminuirá diversos problemas patológicos na população e tratá uma sociedade com acesso à saúde mais justa e igualitária.