A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 30/10/2020
Em uma das histórias em quadrinhos de Monteiro Lobato, " Emília e a turma do sítio", retrata a importância da alimentação saudável, e apresenta um guia para que as crianças possam seguir e aprender. Em contrapartida, no mundo real, a obra pode ser atrelada ao fato da alimentação ter sido negligenciada nos últimos tempos, em especial, a rede pública escolar, pois se mostra insuficiente e inadequada em muitos casos.
Em primeiro plano, vale ressaltar que a lei criada em 2009, de número 11.947, ART 2, exige uma alimentação saudável e adequada para todos os estudantes da rede pública. No entanto, tal obrigação é descumprida por parte de muitos estados e municípios, na qual há situações em que as aulas são suspensas por falta de merenda. Por outro lado, há escolas e instituições em que é distribuída bebidas e comidas industrializadas, o que acaba sendo inadequada e desobedecendo as regras.
Em segundo plano, é importante ter um bom hábito alimentar não só para que o aluno tenha um bom funcionamento do corpo, mas para que consiga ter um bom desenvolvimento escolar/intelectual, assim sendo, fica evidente que o problema afeta mais de um aspecto no desempenho dos jovens. Desse modo, faz-se necessário a intervenção de órgãos governamentais para a resolução da problemática.
Logo, é mister que o PNAE ( Programa Nacional de Alimentação Escolar ), juntamente com o governo federal, implemente um órgão especialmente para fiscalização de repasse das verbas alimentícias, onde seja monitorado desde o início da distribuição até chegar nas instituições de ensino, por meio de vistorias dos fiscais. À vista disso, ficará mais organizado e será partilhado mantimentos nós estabelecimento de ensino de forma apropriada e suficiente.