A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 05/11/2020
“Um pequeno passo para o homem, um gigantesco passo para a humanidade.” Entretanto, cinquenta anos após tamanha conquista da chegada do homem à lua, o ser humano não conseguiu replicar tal efeito no que se refere a alimentação escolar. Isso ocorre devido não só a alimentação na rede de ensino ser válvula de escape para a fome, mas, também, a supressão de verbas governamentais para melhoria do fornecimento alimentício.
Deve-se pontuar, de início, que o Brasil é, infelizmente, estratificado e desigual. Consoante ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), garantem o direito de à alimentação em ampla qualidade. Contudo, a realidade do país é discoincidente, uma vez, que milhares de crianças dependem do fornecimento nutritício escolar para alimentar-se, logo, podendo ser as suas únicas refeições no dia. Enquanto, na mesma realidade, encontra-se alunos em extrema obesidade.
Além disso, vale ressaltar, que a merenda das redes públicas e os doscentes sofrem descaso. Nessa perspectiva, segundo o sociológo Émile Durkheim, na metodologia de observação do corpo social, os fatos sociais são maiores que os indivíduos, pois, são eles que moldam os mesmos. No entanto, com desvio de verbas voltadas para alimentação constata-se que o egocentrismo e inrrelevância.
Portanto, urge a necessidade de solução para tal problemática. Cabe, então, ao Ministério da Educação, juntamente com o Programa Nacional da Alimentação Escolar (PNAE), intensificarem programas que garantem alimentação dos alunos em ampla qualidade, com acompanhamento de profissionais nutricionistas. Ademais, estimularem projetos que dêem assistência alimentícia em dias da semana que não há aulas. Para que dessa forma, as crianças possam ter acesso a alimentação, assim, como, determina o ECA.