A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 08/12/2020
A Constituição Federal de 1988 assegura à população brasileira vários direitos, como, alimentação diária. Uma vez que, isso não ocorre na realidade, proporcionando a desigualdade social, a fome dos indivíduos carentes e o retrocesso do país. Diante dessa perspectiva, cabe à população, políticos e pensantes, avaliarem os fatores que favorecem esse quadro.
É relevante abordar, primeiramente, que a principal causa desse problema é a falta de verbas direcionadas as escola. Cogita-se, que o baixo percentual de recursos públicos para promover a alimentação dos estudantes, gera em consequência a falta de suplementos alimentícios nas escolas, desfavorecendo as crianças de baixa renda, no qual, essas contam com aquele alimento no seu dia a dia, como mostra o site do Programa Nacional de Alimentação Escolar, em que afirma que os incrementos nutricionais fornecidos pelas instituições de ensino, atendem 15% da alimentação diária das crianças entre 7 e 14 anos, o que contribuem para seu desenvolvimento.
Paralelo a esse, vale também ressaltar que a alimentação saudável em ensinos públicos é muito importante para o crescimento físico e nutricional das crianças. Todavia, todos os indivíduos em seu desenvolvimento escolar, poderiam aprender a cuidar de sua saúde nutricional, criando hábitos alimentares favoráveis e saudáveis, sendo estes ensinados pelas próprias escolas, promovendo uma saúde melhor e livre de doenças, como, diabetes e hipertensão.
Portanto, faz-se necessário medidas para que este problema seja amenizado. É preciso que o Ministério da Saúde junto com o Ministério da Educação, por meio de mídias televisivas e sociais, sendo estas os meios de comunicação mais utilizado, promovam campanhas abordando o assunto, evidenciando a importância da alimentação nas escolas. E que o governo libere mais verbas para estes fins, para promover suplementos saudáveis as crianças. Feito isso, a sociedade poderá progredir.