A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 05/12/2020
Conforme cita Thomas Malthus em sua teoria geográfica do século XVIII: “A população cresce em forma de Progressão Geométrica e a produção de alimentos, em Progressão Aritmética.”, é possível salientar o erro de sua afirmação no século XXI. Uma vez que existem alimentos proporcionais à população, contudo, a má distribuição acelera o acentuamento da fome em diversos pontos do Globo. Sob essa luz, no Brasil, hodiernamente, programas, como exemplo, “Fome zero”, desequilibram essa má distribuição com a introdução de merendas em instituições de ensino público. Dessa forma, há a contribuição para a permanência escolar, além de facilitar a absorção do conhecimento.
Antes de mais nada, está presente na Constituição de 1988, a obrigatoriedade de cidadãos, em idade de educação básica, a frequentarem as escolas. Entretanto, devido a Globalização, a desigualdade econômica cresceu demasiadamente, visto que, em 2020, encontram-se brasileiros em extrema pobreza, de acordo com o “G1”. Com isso, o uso da pouca renda não floresce a garantia da nutrição de crianças e de adolescentes que, consequentemente, ascendem a evasão escolar em prol da procura de oportunidades para alavancar a renda familiar. Mediante a isso, portanto, para que se cumpra a obrigatoriedade presente na Lei, houveram incentivos alimentícios - contidos com muitos nutrientes -, do Governo Federal para contribuir com a permanência estudantil.
Outrossim, o uso balanceado de sais minerais, carboidratos, proteínas e vitaminas contribuem com o ciclo energético biológico. De acordo com a Biologia, a produção de ATP - moeda energética -, é realizada por meio de quebras e absorção de nutrientes encontrados nos variados alimentos. Para mais, é comprovado, em uma pesquisa de Harvard, que o cérebro absorve melhor conhecimento quando o corpo está bem nutrido, a fim de estimular os aspectos da memória e melhorar no desvio de atenção provocado pelos gases do estômago vazio. Logo, para contribuir com o desenvolvimento do país são necessários investimentos alimentares.
Em suma, a alimentação da rede pública de ensino deve ser aprimorada. Para isso, o Ministério da Educação, aliado à nutricionistas, deve elaborar cardápios nutricionais com alimentos que melhorem o desenvolvimento da captação e armazenamento da memória, por meio de reuniões com os pais e responsáveis em situação de vulnerabilidade econômica, com o objetivo de avaliar os aspectos corporais de cada estudante, a fim de proporcionar os nutrientes necessários, para, assim, estabelecer melhoria individual e desmistificar a teoria de Thomas Malthus.