A alimentação na rede pública de ensino

Enviada em 15/12/2020

Em 1948, com a aprovação da Declaraçao Universal dos Direitos Humanos, consolidou o direito de viver livre da fome e da desnutrição, e em 1989 o Brasil reafirmou esse direito, assim sendo criado um progama de alimentação escolar (PNAE) criado em 1954 pelo MEC. Desse modo, podemos ver que mesmo com um progama criado para melhorar a alimentação dos nosso alunos na rede pública de ensino, temos alguns empencilhos que dificultam na aplicação desse progama como a insuficiência legislativa e a falta de investimento.

Em primeiro plano devemos ressalta a insuficiência legislativa. O filósofo Jhon Locke, “defende que as leis fizeram-se para os homens, e não para as leis”. Ou seja, ao uma sei ser criada, é preciso que ela seja planeja para haver melhoria na vida das pessoas em sua aplicação. Portanto, mesmo com leis é com um progama de alimentação para melhorar a saúde dos alunos das redes públicas de ensino, não tem sido o suficiente.

Em segunda análise, temos como outra causa a falta de investimento. Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas, o Brasil está no seu menor nível de investimento nos seus ultimos 50 anos, quanto em instituições públicas e privadas. No entanto, para agir sobre problemas como a falta de investimento na alimentação escolar, é preciso um investimento em grande escala, como há uma lacuna financeira no que se tange ao problema.

Dessa forma, medidas estratégicas devem serem tomadas para alterar esse cenário. O Ministério da Saúde, juntamento com o Governo deveriam investir mais na alimentação das escolas públicas, assim mantendo uma condição de vida mais apta par alguns alunos que não tem outra refeição a não ser a que é oferecida no intervalo da escola, também podendo oferecer uma cesta básica a cada aluno de baixa renda para ajuda4r na sua alimentação em casa. Assim, o Brasil poderar ir superando a falta de alimentação que há em algumas familias, assim sendo um país com menos fome.