A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 15/01/2021
De acordo com a Constituição de 1988, todos os cidadãos têm o direito à alimentação.No entanto,atualmente, percebe-se que a fome ainda é uma realidade na vida de muitos brasileiros, inclusive dos estudantes de escolas públicas que ,muitas vezes, não recebem comida de qualidade durante o seu período na escola.Dessa forma, em razão da falta de investimentos e a insuficiência governamental, a má alimentação na rede pública de ensino é um problema complexo.Assim, é imprescindivél buscar alternativas que alterem o atual cenário.
Em primeira análise, é importante ressaltar que a ineficiência estadual é um dos fatores que favorece para a má qualidade da alimentação na rede pública de ensino.De acordo com o pensador Hobbes, o Estado é responsavél por garantir o bem-estar da população. Diante disso, é notório que as instituições educacionais sem o auxílio do governo em fornecer refeições adequadas, não traz benefícios para os estudantes, além de tornar tais indivíduos suscetíveis aos maus hábitos alimentares e, consequentemente, trazer riscos à saúde,além de tornar desafiaor o rendimento escolar.Dessa maneira, observa-se que a forma como os alunos se alimentam pode impactar de maneira direta em suas vidas.
Paralelo a isso, é preciso salientar também que a ausência de investimentos em profissionais nutricionistas e em alimentos de qualidade é um dos motivos do problema. Segundo o irlandês George Shaw, o progresso é impossivél sem uma mudança. Sob esse viés, verifica-se que a carência de investimentos públicos em médicos especialistas em nutrição e em alimentos adequados para os estudantes,dificulta o desempenho escolar de tais .Além disso, com a falta de investimentos torna-se difícil a mudança no cenário contemporaneo da alimentação na rede pública de ensino e,evidentemente, a progressão dos alunos, pois tais indivíduos, muitas vezes, dependem da merenda escolar, por viverem em condições não muito favoravéis e terem dificuldades em possuir acesso à alimentação de qualidade e acompanhamento médico nutricional.
Portanto, fica evidente a necessidade de uma intervenção pontual acerca da alimentação na rede pública de ensino.Para isso, é dever do governo federal, juntamente com o Ministério da Educação desenvovler ações por meio de investimentos em profissionais da saúde e alimentos de qualidade em escolas, a fim de promover atráves de palestras com nutricionistas o bem estar dos alunos, conscientizar e educar tais indivíduos sobre a importância dos hábitos alimentares saudavéis.Somente assim, poderá haver mudanças no cenário problemático da fome e será garantido o direito de alimentação de qualidade como previsto na Constituição de 1988.