A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 26/04/2021
As desiqualdades sociais existentes no Brasil afetam todos os indivíduos, independente da sua faixa etária. Logo, tais discrepâncias prejudicam na quantidade e qualidade da alimentação de diversas crianças e adolescentes que veem na escola uma forma de suprir suas necessidades, mas também um meio para moldar hábitos.
Em primeira análise, as diferenças socioeconômicas ao longo da história concetraram a renda em pequenas regiões e grupos. Ponto esse que, mesmo em grandes centros afeta comunidades carentes nas questões mais básicas como alimentação. O que impacta de forma considerável os jovens no Brasil, que muitas vezes consomem valores abaixo do recomendado pela Organização Mundial de Saúde para manter um desenvolvimento adequado. E como alternativa para manter o minímo as escolas se apresentam como um ponto de refúgio oferencendo alimentação gratuita e de qualidade.
Outra perspectiva desse ponto, a alimentação escolar, além de auxiliar na manuntenção básica pode moldar novas formas de modos de vida. No Brasil ao mesmo tempo que se lida com a fome, existe o combate ao crescente número de casos de obesidade em crianças, que vivem em um meio consumista e sedentário, que lhe permite assimilar e propagar hábitos, como compreendido pelo Dr. Draúzio Varela em alguns de seus estudos. Ao análisar isso, percebe-se que as escolas podem contribuir para amenizar essa problemática ao expor o jovem a uma realidade mais saudavel por meio da alimentação.
Diante disso, precisa-se compreender adequadamente a realidade das famílias brasileiras e do papel da escola na manutenção de questões básicas. Que podem ser garantidas por meio de ampliação e fortalecimento de programas sociais como o da alimentação escolar, sendo mediado pelo Ministério da Educação garantindo sua continuidade e o da Economia permitindo a distribuição de verbas e renda com o objetivo de reduzir o número de indívíduos afetados.